Começo nesse instante uma prova de resistência ou um processo de libertação. Vá saber…
Depois de perder o meu aparelho de celular pela segunda vez em uma semana, na praia, digo não a essa engenhoca maldita!
Vamos ver quanto tempo eu fico sem ele… Apostas?
beijo!
igor taveira Disse:
on 16/04/2010 at 01:55
Já somos cibernéticos. Aqueles filmes de ficção que víamos nos anos 80 e 90, aonde homens seriam parte máquinas, já chegou. Não daquela forma explícita mas implicitamente nos tornamos, sem perceber, meio equipamentos. Já somos parcialmente máquinas, cibernético, automáticos. Cara autora, o celular e o micro fazem parte de você. Ainda não é como perder um dedo da mão ou do pé, mas tenho certeza que logo logo você vai passar num hospital (loja de operadora) e reimplantar o celular em sua bolsa … que também faz parte de seu corpo. O futuro chegou e você não percebeu. Viva Isaac Asimov.
A Dona Disse:
on 16/04/2010 at 03:20
Caro Igor, em 24 horas de liberdade me sinto bem. vamos ver. não gosto mesmo dos celulares que escravizam pessoas. De pessoas que largam tudo, ultrapassam barreiras, pulam cadeiras para atender ao celular no outro canto da sala. É ele quem trabalha para você e não o contrário. Vamos ver…